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Entretenimento

Livro sobre 85 álbuns brasileiros de 1985 mapeia a trilha sonora do ano em que o Brasil acordou pro dia nascer feliz

dezembro 7, 2025Nenhum comentário2 Visitas


Capa do livro ‘1985 – O ano que repaginou a música brasileira’, organizado por Célio Albuquerque
Divulgação
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Percebi que cometi erro quando recebi o livro 1985 – O ano que repaginou a música brasileira e comecei a folhear o terceiro título da trilogia iniciada com o livro 1973 – O ano que reinventou a MPB (2014) e expandida com 1979 – O ano que ressignificou a MPB (2022), calhamaço apelidado de “gigante amarelo” pela grossura e pela cor da capa desse segundo livro.
Sim, cometi erro de avaliação quando o organizador da série, Célio Albuquerque, me revelou que o terceiro título teria como foco o ano fonográfico de 1985. De imediato, contestei a escolha e cheguei a sugerir que o ano abordado fosse qualquer outro dos anos 1980.
Pelo fato de Caetano Veloso, Chico Buarque e Maria Bethânia não terem lançado álbuns de carreira com músicas inéditas naquele ano de 1985, argumentei que o ano não tinha sido bom para a MPB. Pois bastou percorrer as 512 páginas do livro editado pela Garota FM Books para eu me dar conta de que essa impressão estava equivocada – e não somente pelo fato de que Chico Buarque apresentou em discos as trilhas sonoras do musical de teatro O corsário do rei (composta com Edu Lobo) e do filme Malandro.
Ano da redemocratização do Brasil, com o fim oficial da ditadura militar instaurada em 1964, 1985 foi o ano que o Brasil acordou pro dia nascer feliz e isso se refletiu na diversidade da produção fonográfica. Já em janeiro o primeiro e histórico festival Rock in Rio espalhou os ventos da democracia, impulsionando o mercado de pop rock que se abrira no verão de 1982.
Sob o signo da esperança, a MPB, o pop nacional e o samba geraram grandes álbuns. Como foi boa e farta a safra fonográfica brasileira de 1985! O livro documenta essa fartura em textos escritos por artistas, jornalistas e pesquisadores.
De início, Célio Albuquerque me propôs escrever sobre o álbum Cristal, de Simone. Recusei, pois Cristal não figura entre meus álbuns preferidos da Cigarra, embora tenha ouvido muito Você é real na época do lançamento, pois o disco foi promovido nas FMs com essa balada de Piska (1951 – 2011) letrada por Fausto Nilo. Fiz bem em recusar o álbum de Simone, pois o texto sobre Cristal foi parar em ótimas mãos: as de Ana Costa, autora de palavras amorosas e elucidativas sobre o disco e sobre a relação entre as artistas.
Sugeri que a parte que me caberia no latifúndio fonográfico de 1985 fosse Bem-bom, o álbum mais bem-sucedido (sob o prisma comercial) da discografia de Gal Costa (1945 – 2022), cantora que atravessa a minha vida com a mesma intensidade de Bethânia. Sugestão aceita após alguns dias.
Mas o foco desse texto na primeira pessoa do singular não sou eu, mas o livro sobre os 85 discos de 1985 ( e outros 55 lembrados ao fim do livro em seção com verbetes escritos por Carlos Eduardo Lima, Célio Albuquerque e Ricardo Schott).
Houve acerto nas escolhas dos autores e álbuns. Compositora sobressalente nas rodas cariocas de samba, Manu da Cuíca discorre filosoficamente sobre Beth Carvalho (1946 – 2019) a partir do álbum Das bençãos que virão com os novos amanhãs, título menos conhecido da discografia de Beth.
Com a propriedade de quem viveu a mãe de Leci Brandão em musical de teatro, Veronica Bomfim contextualiza o álbum em que Leci apresentou o samba Zé do Caroço.
No geral, os textos dos jornalistas tendem a ser mais… jornalísticos e focados no disco em si. É o caso do texto de Lucas Vieira sobre o álbum Dia dorim noite neon, de Gilberto Gil, e da contextualização precisa feita por Osmar Marrom Martins sobre Mensageiro da alegria, álbum de Gerônimo, artista relevante na cena inicial da axé music – cena que irrompeu em Salvador (BA) justamente no ano de 1985 – e, lamentavelmente, pouco reverenciado fora da Bahia.
Já os artistas tendem a escrever em tom mais pessoal. E, por isso mesmo, é interessante ler as impressões de Guilherme Arantes sobre o álbum em que lançou o hit radiofônico Cheias de charme. Fátima Guedes e Leo Jaime também escrevem sobre os próprios discos, e é sempre bom saber o pensamento de um artista sobre um álbum analisado em perspectiva, 40 anos depois.
Ao falar de Clareando, álbum do pai Francis Hime, Joana Hime faz breve crônica biográfica do maestro com afeto, sem deixar de abordar o disco. Da mesma forma, o relato de Daniel sobre o álbum que lançou em dupla com João Paulo (1960 – 1997) resultou cheio de sentimento de quem vivenciou a história com o amigo já ausente.
Falar de uns e omitir outros seria injustiça que inevitavelmente cometo neste texto íntimo e pessoal. Até porque o livro alinha textos de colegas jornalistas como André Cananéa (autor do texto sobre o disco da conterrânea Elba Ramalho), Augusto Diniz (o álbum de Hermínio Bello de Carvalho), Chris Fuscaldo (o disco de Zé Ramalho), Hugo Sukman (o álbum de Nara Leão com Roberto Menescal), Kamille Viola (o disco de Martinho da Vila), Leandro Souto Maior (o álbum de Lulu Santos), Leonardo Bruno (o pau-de-sebo Raça brasileira), Leonardo Lichote (um álbum menos incensado de Erasmo Carlos), Ricardo Schott (o disco do Ira!) Silvio Essinger (autor do texto sobre o álbum Língua de Trapo) e Zeca Azevedo (o álbum então infalível de Roberto Carlos), entre outros nomes do jornalismo musical.
É com o conjunto dos textos que o livro 1985 – O ano que repaginou a música brasileira forma mosaico bem completo de alentado ano fonográfico.
Felizmente, o organizador Célio Albuquerque ignorou minha percepção equivocada e insistiu na ideia de radiografar a produção fonográfica brasileira de 1985, mapeando a trilha sonora de um Brasil que acordava pro dia nascer feliz com grandes discos e músicas.

Fonte: G1 Entretenimento

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